Carro usado na fuga de assassinos de prefeito é apreendido pela polícia em MT

Publicado dia 26/01/2018 às 14h57min

Prefeito Esvandir Antonio Mendes foi assassinado dentro de caminhonete em dezembro de 2017.

O carro que foi usado pelos homens que assassinaram o prefeito Esvandir Antonio Mendes, de 61 anos, foi apreendido pela Polícia Civil em Colniza, a 1.065 km de Cuiabá. O crime ocorreu no dia 15 de dezembro de 2017 quando o prefeito foi perseguido ao retornar de carro da zona rural de Colniza.

Um secretário dele também estava no veículo, foi baleado e sobreviveu. Cinco pessoas foram presas acusadas do homicídio, que teria sido motivado por uma dívida.

Segundo a Polícia Civil, a operação ‘Pururuca’ foi feita na quinta-feira (25) e nesta sexta-feira (26) e faz parte do inquérito que apura o assassinato do prefeito e da tentativa de homicídio contra o secretário Admilson Santos, de 41 anos. O veículo usado na fuga, modelo HB20 de cor branca, foi apreendido na quinta-feira por policiais civis de Colniza e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Edison Pick, o automóvel tem relação direta com o crime porque serviu para auxiliar a fuga dos criminosos. O veículo foi utilizado por um adolescente, que também foi apreendido na época, para buscar os suspeitos no local onde eles tinham escondido o outro carro, que foi usado na execução do prefeito.

O crime

Esvandir foi morto no dia 15 de dezembro quando voltava da zona rural do município. Ele estava em uma SW4 e foi perseguido pelos suspeitos que estavam em um SUV de cor preta. A perseguição ocorreu a 7 km de Colniza.

O veículo dos suspeitos foi ao encontro da caminhonete, momento que foram feitos vários disparos contra Esvandir. O prefeito ainda conseguiu dirigir, mas acabou morrendo no perímetro urbano, na BR-174, esquina com a Rua 7 de Setembro. Outros dois disparos feriram o secretário Admilson, sendo um na perna esquerda e outro nas costas.

Foram detidos pela Polícia Civil Zenilton Xavier de Almeida, Welisson Brito Silva, Antônio Pereira Rodrigues Neto, a mulher dele, Yana Fois Coelho Alvarenga, e o irmão dela, de 15 anos.

Eles foram indiciados por homicídio qualificado, por motivo fútil, pela promessa de recompensa e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Os suspeitos também vão responder por tentativa de homicídio qualificado contra o secretário.


Fonte G1 MT


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