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Por reposição salarial Servidores da Saúde de Peixoto de Azevedo deflagam GREVE

Publicado dia 12/06/2018 às 12h18min

As perdas inflacionárias chegam a 22% segundo a Comissão do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos da Saúde. Prefeito Maurício Ferreira não apresentou contra-proposta.

Os servidores públicos da área de saúde de Peixoto de Azevedo deflagraram greve nesta terça-feira dia 12 de junho diante da falta de um posicionamento da Prefeitura Municipal com relação ao pleito da Comissão do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos – PCCV. Informações colhidas junto a categoria dão conta que a defasagem inflacionária acontece desde 2012 e está acumulada em torno de 22%. Índice elevadíssimo que está causando perdas salariais e de poder de compra do funcionalismo, restringindo a possibilidade de sustento de seus lares e famílias com o mínimo de dignidade, chegando ao ponto de servidores públicos estarem com seus nomes inseridos e negativados no SPC – Serviço de Proteção Ao Crédito.

Eles deixam claro e evidente ao Prefeito Maurício Ferreira de Souza, Câmara de Vereadores e a toda População que não reivindicam reajuste salarial, e sim recomposição devido as perdas inflacionárias ao longo dos anos. Neste sentido as Unidades Básicas de Saúde, Postos de Saúde da Família e Hospital Regional estão com seus serviços essenciais assegurados em 30% conforme preceitua a legislação e o movimento grevista é pacífico, ordeiro, democrático e constitucional, merecendo respeito com parte dos governantes e da municipalidade.

Em reunião com o Procurador Geral do Poder Executivo Municipal Peixotense a categoria apresentou uma proposta de 10% até o final de 2018 e o restante em percentuais mensais a partir de 2019, até que ocorra a atualização e correção de toda a defasagem salarial. Porém não houve uma resposta por parte da administração, ocasionando a paralisação incialmente por 12 horas podendo delongar caso não haja uma manifestação plausível e que assegure o cumpra a LEI do PCCV.

Na manhã de hoje os servidores públicos da saúde que atuam no maior Projeto de Assentamento da América Latina cruzaram os braços, mantendo única e exclusivamente os serviços essenciais.

Participam do movimento grevista: médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, vigias, motoristas de ambulâncias, agentes de limpeza, odontólogos com apoio dos ACS e ACE.


Fonte Notícia Vip


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