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Saúde

São Paulo registra duas mortes por reação à vacina da febre amarela

Esse tipo de morte, no entanto, é raro: um caso a cada 500 mil pessoas vacinadas.

Vacina
Foto: Divulgação

Duas pessoas morreram na capital paulista por reação à vacina da febre amarela. Como o imunizante é produzido com o vírus vivo atenuado, há risco mínimo de uma pessoa vacinada desenvolver a doença mesmo sem ser picada pelo mosquito. Esse tipo de morte, no entanto, é raro: um caso a cada 500 mil pessoas vacinadas.

Considerando o volume de pessoas vacinadas na capital desde outubro - cerca de 1,8 milhão de pessoas - o índice de óbitos por reação vacinal registrado na cidade - 1 para cada 900 mil vacinados - está inferior ao previsto na literatura médica.

‘Mesmo que raro, existe um potencial de eventos adversos graves. Isso acontece em um caso a cada 500 mil. Se vamos aplicar dez milhões de doses, vamos esperar esses eventos adversos nessa proporção. Isso é esperado e, mundialmente, aceito. Mas o número de casos prevenidos será muito maior do que os eventos graves associados à vacinação‘, diz Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Segundo o especialista, tem maior risco de desenvolver reação idosos com doenças crônicas, gestantes, transplantados e pacientes com o sistema imunológico enfraquecido, como os submetidos à quimioterapia. ‘Por isso, precisa ter uma entrevista, uma triagem para não vacinar quem não pode ser vacinado. É uma vacina que tem de ter precauções, não é isenta de riscos. Essa é a única razão pela qual a gente não aplica a vacina no País todo‘, destaca Kfouri.

Uma das vítimas da reação foi uma idosa de 76 anos, moradora de Ibiúna, no interior de São Paulo, mas que foi transferida para a capital quando seu quadro se agravou. Por essa razão esta morte está sendo contabilizada nos registros de São Paulo. A secretaria não divulgou detalhes sobre a outra vítima.

Procurada, a Secretaria Estadual da Saúde ainda não informou o número de casos de reação à vacina registrados nos outros municípios paulistas.

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Foto: Recuperação do Travessão 01 SJ União

A Secretaria de Obras de Peixoto de Azevedo realizou a implantação de tubo de aço corrugado em substituição à antiga ponte de madeira na estrada do Travessão 01 ao Travessão 03 do PA S.J. União, importante via de ligação entre os municípios de Peixoto de Azevedo e Matupá.

Além da substituição da estrutura, as obras contemplaram a reabertura das laterais da estrada, minimização da curva, implantação de desaguadouros, aterro e a execução de serviços complementares, garantindo mais segurança e durabilidade ao trecho.

A via, que registra intenso tráfego de máquinas e caminhões, especialmente no período de escoamento da produção agropecuária, já está liberada para o trânsito. A intervenção reforça o compromisso da gestão Paulistinha em oferecer suporte à infraestrutura rural, assegurando melhores condições de mobilidade e fortalecendo o desenvolvimento do setor produtivo do município.

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Estrada de acesso a Mineradora em Peixoto é revitalizada

Estrada do Baixão Velho é fundamental para o setores de mineração e agropecuário

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A Secretaria de Obras realizou a recuperação da estrada do Baixão Velho, importante via de acesso a empreendimentos de mineração, garimpos de ouro e áreas de plantio de grãos no município de Peixoto de Azevedo.

Para restabelecer as condições de tráfego, foram empregados motoniveladoras, pá-carregadeiras, PCs, caminhões basculantes e outros maquinários no patrolamento, cascalhamento, limpeza das margens, abertura de desaguadouros e na execução de ações emergenciais, assegurando a trafegabilidade da via rural.

A iniciativa atende à determinação do Prefeito Paulistinha de garantir o acesso às propriedades e empreendimentos, o transporte da produção mineral, o escoamento agropecuário e o deslocamento da população até a sede do município, onde estão concentrados os serviços públicos essenciais.

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