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Ao custo de R$ 15 bilhões, Ferrogrão será licitada em outubro

A ferrovia será construída paralela à BR-163, ligando Sinop e Matupá ao porto de Miritituba, no Pará.

Ao custo de R$ 15 bilhões, Ferrogrão será licitada em outubro
Foto: Divulgação

Após o tão esperado término do asfaltamento da BR-163, outro sonho do produtor mato-grossense volta à tona: a estrada de ferro EF-170, mais conhecida como Ferrogrão. Ao custo de R$ 15 bilhões – para os 65 anos de operação – a licitação da ferrovia deve ser realizada em outubro, depois de muitos atrasos.

A previsão para a licitação (do Governo Bolsonaro) era o início deste ano, mas, segundo o diretor-executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, a burocracia acabou atrasando novamente o andamento do projeto.

“O Governo resolveu que vai fazer a concessão até março, depois segue para o TCU e só lá pelo mês de outubro teremos finalmente a licitação”, explicou.

A ferrovia será construída paralela à BR-163, ligando Sinop ao porto de Miritituba, no Pará. O principal empecilho para a obra era a aprovação da MP758/2016, que alterava os limites do Parque Nacional do Jamanxim para que a estrada possa passar pela reserva.

A aprovação no Senado se deu em maio de 2017, e a sanção do presidente em junho daquele ano e, desde então, o setor produtivo aguarda os próximos desdobramos.

Redução  drástica nos custos do frete

Se hoje o produtor comemora o asfaltamento da BR-163 e a queda de 26% do valor do frete de Sinop até Miritituba em relação à safra passada, com a chegada da ferrovia esse custo tende a cair pela metade.

“A nossa grande esperança é que a Ferrogrão seja a balizadora dos fretes em Mato Grosso”, comentou Edeon.

Mas, após a conclusão da parte burocrática, ainda levará anos para a Ferrogrão entrar em operação. A previsão, segundo o estudioso, é que por ano sejam construídos 200 quilômetros, ou seja, ao menos cinco anos de obras, na melhor das hipóteses.

O Escoamento 

A ferrovia terá capacidade para escoar, em média, 35 milhões de toneladas de grãos por ano. O projeto prevê o transporte das cargas de grãos de Sinop a Miritituba, distrito de Itaituba (PA), de onde serão levadas pela hidrovia do rio Tapajós até os portos de Santarém, Barcarena, Itacoatiara e Santana do Amapá.

Até chegar a Miritituba, a ferrovia deverá “subir” pela área de influência da BR-163. O traçado inicial prevê a saída do município de Sinop, mas existe a possibilidade de ampliação até Lucas do Rio Verde, o que aumentaria o traçado em 140 km.

O governo estima ainda que a Ferrogrão pode chegar a 2050 transportando um volume superior a 42 milhões de toneladas. A ferrovia seria uma alternativa para o escoamento da produção de grãos do norte de Mato Grosso para os terminais paraenses, hoje bastante dependente da rodovia BR-163.

Investimento

Nas contas do governo federal, o investimento inicial era de R$ 12,6 bilhões em uma concessão válida por 65 anos. Mas, com a atualização dos custos, esse montante pode chegar a R$ 15 bilhões.

As principais interessadas são as maiores tradings que operam no Brasil; ADM, Bunge, Cargill, LDC (Louis Dreyfus) e AMaggi. As cinco se uniriam à Estação da Luz Participações (EDLP), especializada em logística. Mas, como se trata de uma concessão, outras empresas podem manifestar interesse em participar da concorrência pública.

 
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Política

Editorial: Guarantã 45 Anos, União para Desenvolver

O MOMENTO É DE UNIÃO E RESPONSABILIDADE POR GUARANTÃ DO NORTE

Editorial: Guarantã 45 Anos, União para Desenvolver
Foto: Guarantã do Norte

Após a decisão da Justiça que manteve o prefeito Márcio Gonçalves à frente do Poder Executivo de Guarantã do Norte, cresce entre a população o sentimento de que este deve ser um momento de maturidade política, equilíbrio institucional e compromisso verdadeiro com os interesses coletivos do município.

A sociedade guarantaense espera que as disputas, os enfrentamentos excessivos e os movimentos motivados exclusivamente por interesses políticos ou busca por visibilidade deem lugar ao diálogo, ao respeito e à construção de soluções concretas para os desafios da cidade. O papel dos poderes constituídos e de todos os agentes públicos deve ser, acima de tudo, o de trabalhar em favor da população, propondo e executando políticas públicas que assegurem avanços na saúde, educação, assistência social, infraestrutura, transporte, esporte, cultura, lazer, habitação, segurança pública, meio ambiente e geração de empregos.

A população deseja resultados. Deseja ver esforços concentrados no desenvolvimento e no bem-estar das famílias guarantaenses. O momento exige serenidade, responsabilidade e capacidade de colocar Guarantã do Norte acima de interesses individuais ou partidários.

Os munícipes têm a convicção de que é hora de “baixar as armas”, fortalecer o respeito mútuo e reconstruir pontes em favor da coletividade. É tempo de união, solidariedade e compromisso com uma política voltada para entregas reais, planejamento e progresso. Mais do que alimentar discórdias e provocações, a sociedade espera atitudes que contribuam para a estabilidade administrativa e para a construção de um futuro mais promissor.

Ao longo de seus 45 anos de história, Guarantã do Norte consolidou-se como um importante polo de desenvolvimento regional. Pioneiros, empresários, trabalhadores, investidores e as novas gerações que aqui chegam acreditam no potencial da cidade e compartilham do desejo de uma sociedade mais justa, fraterna, igualitária e preparada para crescer com equilíbrio e oportunidades para todos.

Guarantã do Norte precisa retomar plenamente seu perfil desenvolvimentista, fortalecendo todos os setores da economia e da administração pública. O município tem potencial, força produtiva e uma população trabalhadora que acredita no progresso.

Mais do que nunca, este é o momento de união, responsabilidade e reconstrução de confiança. O futuro de Guarantã do Norte depende da capacidade de seus líderes e de sua população caminharem juntos em defesa do interesse coletivo e do desenvolvimento sustentável do município.

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Matupá

DEPOL recebe computadores do Conseg Matupaense

As ações desenvolvidas pelo Conseg reforçam o compromisso das instituições parceiras com a segurança, a modernização estrutural e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção da comunidade Matupaense.

DEPOL recebe computadores do Conseg Matupaense
Foto: Entrega de Computadores

O Conselho Comunitário de Segurança Pública de Matupá (Conseg) segue atuante no fortalecimento das ações voltadas à otimização administrativa e operacional das forças de segurança do município. Com apoio da Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, Ministério Público Estadual e Poder Judiciário, diversas frentes de projetos vêm sendo executadas, contemplando reforma e ampliação predial, aquisição de viaturas, mobiliário e equipamentos, campanhas educativas de segurança no trânsito, além da ampliação do efetivo policial.

Nesta semana, o Presidente do Conseg, Carlos Águia, realizou a entrega de kits de computadores à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Matupá. A conquista foi viabilizada por meio de uma articulação junto ao então Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

Segundo Carlos Águia, os investimentos em tecnologia representam um importante avanço para o trabalho das forças de segurança. “A melhoria na informatização da delegacia garante mais agilidade nos atendimentos, nos registros de ocorrências e nos procedimentos investigativos. Isso reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados à população e oferece melhores condições de trabalho aos profissionais da segurança pública”, destacou o Presidente do Conseg.

As ações desenvolvidas pelo Conseg reforçam o compromisso das instituições parceiras com a segurança, a modernização estrutural e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção da comunidade Matupaense.

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MINERAÇÃO

Coogavepe reforça uso de EPI na Mineração

A COOGAVEPE reforça que o uso adequado dos EPIs na mineração é indispensável para prevenir acidentes, minimizar riscos ocupacionais e garantir maior segurança nas atividades de extração mineral.

Coogavepe reforça uso de EPI na Mineração
Foto: Garimpeiros com EPI

A Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto vem intensificando as ações de orientação, conscientização e prevenção voltadas à Segurança no Trabalho nas frentes de lavra garimpeira da região do Vale do Peixoto. A iniciativa busca fortalecer a cultura de proteção à vida, promover melhores condições de trabalho e garantir o cumprimento das normas estabelecidas pela legislação mineral e trabalhista brasileira.

Gestores, empreendedores e cooperados têm recebido visitas técnicas, participado de treinamentos, palestras educativas e atividades práticas sobre a utilização correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), considerados fundamentais para a redução de acidentes e preservação da saúde dos trabalhadores garimpeiros.

Entre os principais equipamentos destacados pela cooperativa estão os cintos de segurança, óculos de proteção, protetores auriculares, botas de borracha, capacetes, coletes com sinalização refletiva, luvas, máscaras de proteção respiratória, vestimentas com proteção UV e até mesmo a implementação das gaiolas de segurança nas áreas operacionais dos garimpos.

A COOGAVEPE reforça que o uso adequado dos EPIs na mineração é indispensável para prevenir acidentes, minimizar riscos ocupacionais e garantir maior segurança nas atividades desenvolvidas diariamente nas áreas de extração mineral. Além de proteger os trabalhadores, a utilização correta dos equipamentos atende às exigências legais e demonstra responsabilidade social e compromisso com boas práticas de mineração.

A cooperativa também presta assistência técnica e consultoria aos cooperados em relação ao planejamento, organização e sinalização das frentes de trabalho, orientando os garimpeiros sobre medidas preventivas, adequações operacionais e demais ações benéficas à segurança no ambiente garimpeiro.

Segundo a Presidente da COOGAVEPE, Gilson Camboim, investir em prevenção é essencial para valorizar o trabalhador, evitar acidentes e construir uma atividade garimpeira cada vez mais segura, organizada e responsável em toda a região do Vale do Peixoto.

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