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Matupá

Matupá começa a imunizar grupo prioritário contra a Influenza

Crianças de 1 a 6 anos incompletos, gestantes e puérperas deverão ser priorizados seguindo determinação da SES-MT e o MS.

Matupá começa a imunizar grupo prioritário contra a Influenza
Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde de Matupá já está com as equipes das Unidades Básicas de Saúde e dos Postos de Saúde da Família fazendo o processo de imunização do público prioritário da Campanha de Vacinação Contra a Gripe.

Neste primeiro momento foram disponibilizadas pela Secretaria de Estado de Saúde 30% do quantitativo, ou seja, algo entorno de 1.200 doses, que deverão ser direcionadas para as crianças com idade entre 1 e 6 anos incompletos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto).

É importante lembrar que este é o grupo mais vulnerável ao acometimento da doença provocada pelo vírus Influenza e a escolha dos grupos segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A exemplo de anos anteriores, a Secretaria de Saúde de Matupá trabalha para chegar a 90% da meta preconizada pela SES-MT e o MS.

A partir do dia 22 de abril, a vacinação contra influenza se estenderá também aos demais públicos-alvo da campanha, que são: trabalhadores de saúde, povos indígenas, idosos (a partir dos 60 anos), professores, pessoas portadoras de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

O dia D de mobilização, em que postos de todo o Brasil estarão abertos, será no dia 4 de maio.

Setor de Imunização informa o horário de funcionamento das UBS e PSF é das 7:00 as 11:00 e das 13:00 as 17:00 horas --- Sendo que de segunda a quinta-feira a vacina estará disponível para o grupo mencionado na matéria.

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Guarantã do Norte

SMS mobiliza lideranças religiosas em ações preventivas contra a dengue

Coordenação da Vigilância Epidemiológica solicita apoio das lideranças religiosas na conscientização da comunidade Guarantaense

SMS mobiliza lideranças religiosas em ações preventivas contra a dengue
Foto: Francisco Vieira - Coordenador da Vigilância

A Secretaria de Saúde de Guarantã do Norte iniciou o ano com um conjunto de estratégias voltadas ao engajamento de toda a comunidade nas ações preventivas contra a dengue, o zika vírus e a chikungunya. Como parte desse trabalho, foi realizada uma reunião de alinhamento que contou com a participação de lideranças religiosas, com o objetivo de ampliar o alcance das orientações e levar informações essenciais sobre o combate à proliferação do mosquito aedes aegypti aos lares Guarantaenses.

Durante o encontro, foram reforçadas medidas simples e eficazes de prevenção, como eliminar água parada em vasos de plantas, pneus, garrafas e calhas, manter caixas d’água e reservatórios bem vedados, descartar corretamente o lixo e limpar quintais e terrenos.

A Secretaria alertou ainda sobre os riscos à saúde causados pelas doenças transmitidas pelo mosquito, que podem provocar febre alta, dores no corpo e nas articulações, manchas na pele, dor de cabeça intensa e, em casos mais graves, complicações que exigem acompanhamento médico.
“Com a chegada do período chuvoso, a Vigilância Epidemiológica faz um alerta especial, pois o aumento das chuvas favorece o surgimento de focos e criadouros do Aedes aegypti.

Segundo o órgão, a Secretaria de Saúde desenvolverá todas as ações necessárias para o enfrentamento às endemias, incluindo mutirões de limpeza, monitoramento de áreas de risco, orientações educativas, controle de focos e a visitação periódica dos agentes de combate às endemias nas residências e estabelecimentos”, disse o Coordenador da Vigilância Epidemiológica, Francisco Vieira.

A Secretaria de Saúde reforça que o sucesso no combate à dengue, zika e chikungunya depende do comprometimento de toda a população. Cada morador deve fazer a sua parte, adotando práticas preventivas no dia a dia. Em caso de sintomas, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde para avaliação e atendimento adequado. Juntos, poder público e comunidade podem vencer essa batalha em defesa da saúde coletiva.

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