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Matupá

Sema retira de circulação créditos falsos que liberavam comercialização de madeira

O volume retirado de circulação é suficiente para carregar mais de 500 caminhões com tora de madeira.

Sema retira de circulação créditos falsos que liberavam comercialização de madeira
Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) bloqueou 16.800m³ de madeira no Sisflora, Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais.

O volume retirado de circulação é suficiente para carregar mais de 500 caminhões com tora de madeira. A movimentação fraudulenta foi constatada durante operação realizada esta semana no município de Matupá.

De acordo com as equipes de Fiscalização de Flora, os dois empreendimentos notificados estavam atuando em desacordo com a licença ambiental obtida.

Em uma das áreas contatou-se que o empreendimento prosseguiu com a emissão de documentos para comercialização do produto florestal, mesmo após a área haver sido atingida pelo fogo e sem retirada física de madeira.

Dois Planos de Exploração Florestal foram embargados, totalizando uma área de quase mil hectares. A ação também resultou no embargo de um depósito de madeira.

Com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), 15 pontos de desmatamento foram fiscalizados com auxílio de helicóptero. Próximo à cidade de Matupá, as equipes encontraram labaredas e detectaram desmate sem autorização de 10 hectares e com uso do fogo. Também foi identificada a supressão de vegetação em área de preservação permanente (APP), vegetação que possui ação essencial na proteção de recursos hídricos.

Os totais de áreas embargadas e autuadas estão sendo mensuradas pelas equipes em campo.

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Peixoto de Azevedo

Cooperados recebem atenção assistencial da COOGAVEPE

Cooperados que estiverem rigorosamente em dia com suas obrigações, quando acometidos por alguma enfermidade recebem cesta básica, medicamento, cadeira de rodas e muletas.

Cooperados recebem atenção assistencial da COOGAVEPE
Foto: Garimpeiro Beneficiado

A Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto – COOGAVEPE, continua desenvolvendo um trabalho na área de assistência social junto ao seu quadro de cooperados.

Os garimpeiros devidamente inscritos no quadro da instituição e que mantiverem suas obrigações estatutárias rigorosamente em dia, em casos de enfermidade, acidente de trabalho ou qualquer situação de saúde que o obrigue a se afastar temporariamente das atividades nas frentes de mineração, terão direito ao recebimento de cestas básicas por um período de cinco meses e até mesmo ajuda de custo em relação ao tratamento medicamentoso.

A Secretária Executiva, Kaoma Marques, lembrou que em Assembleia Geral foram expostos, propostos, discutidos e aprovados os critérios, regramentos e normativas exigidas para a oferta desta referida modalidade de serviço de assistencialismo.

Outra ação tradicional da cooperativa de garimpeiros diz respeito a disponibilização de cadeiras de rodas e muletas, não apenas para seu quadro de cooperados, mas também para hospitais, entidades filantrópicas, dentre outros.

“É importante que o cooperado esteja em dia com suas taxas de manutenção, afinal é justamente com estes recursos que a COOGAVEPE planeja e organiza o trabalho no campo social. Muitas famílias em momentos de dificuldade e vulnerabilidade contam justamente com esses alimentos e com a ajuda no aviamento das receitas médicas que são fundamentais para reabilitação dos garimpeiros. Esse trabalho sempre foi desenvolvido com muita responsabilidade pela cooperativa, que faz com constância, visitas domiciliares e presta em parceria com as Secretarias Municipais uma atenção especial na área de saúde preventiva a esses verdadeiros guerreiros”, comentou Kaoma Marques.

A COOGAVEPE também credenciou empresas, comércios e prestadores de serviços que proporcionam descontos especiais aos cooperados por meio do Cartão Fidelidade.

“Pedimos aos garimpeiros que ainda não são cooperados, que nos procure, busque informações e esclarecimentos para suas dúvidas, e quais vantagens, oportunidades e benefícios que a cooperativa pode oferecer, não apenas a esses trabalhadores, mas a membros de sua família. A nossa preocupação é a legalização da atividade, a responsabilidade com sustentabilidade ambiental e também o progresso da atividade garimpeira promissora com geração de empregos, renda e a prosperidade aos que nela labutam”, disse a Secretária Executiva, Kaoma Marques.

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