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Matupá

Empresa não dá conta e Prefeitura rescinde contrato de obras de drenagem e asfaltamento em Matupá

Empresa foi notificada sobre atrasos no cronograma de execução das obras de infraestrutura no Bairro Cidade Alta - Contrato foi rescindido em 05 de junho de 2020.

Empresa não dá conta e Prefeitura rescinde contrato de obras de drenagem e asfaltamento em Matupá
Foto: Rua do Cidade Alta

Nesta semana os moradores do Bairro Cidade Alta em Matupá, aqueles que residem nas ruas ainda não pavimentadas, usaram as redes sociais para cobrar providências sobre a paralização das obras de drenagem e pavimentação asfáltica, iniciadas pela empresa de construções e serviços de engenharia vencedora do processo licitatório junto a Prefeitura Municipal.

Acontece que as obras foram iniciadas a alguns dias e a cerca de uma semana não fora mais visto maquinários trabalhando nos serviços de implantação do sistema de drenagem, deixando diversas escavações, buracos e valetas nas vias contempladas com a referida infraestrutura.

Este fator provocou insatisfação e transtornos, pois o problema causa insegurança, já que é grande o trânsito de veículos e pedestres pela região, facilitando a probabilidade de ocorrências de acidentes, além da intensa poeira devido aos montes de terra no local.

A nossa reportagem entrou em contato com a Prefeitura Municipal para solicitar esclarecimentos, as motivações e justificativas da paralização das obras.

Fomos informados de que a referida empresa venceu dois certames licitatórios, sendo do Bairro Cidade Alta e do Bairro ZH3, mas que ao longo do tempo, após dada “Ordem de Serviço” foi verificada incapacidade de execução dos projetos de infraestrutura urbana.

A Prefeitura Municipal de Matupá –MT informou que notificou por duas vezes a empresa vencedora do processo licitatório para obras de drenagem e pavimentação asfáltica de vias urbanas do Bairro Cidade Alta, e que a ‘Rescisão Contratual Unilateral’ ocorreu em 05 de junho de 2020, devido a constatação de atraso injustificado no cronograma de execução dos serviços, em pelo menos 40 dias, fator que causou grandes transtornos aos moradores e que cominou em grave descumprimento de cláusulas contratuais públicas.

Pelos dados preliminares por parte do setor de engenharia, as obras deveriam estar no estágio aproximado de 45%, porém estava com menos de 20%, verificando-se nitidamente o atraso do cronograma.  

Por este motivo a Prefeitura de Matupá tomou a drástica medida de declarar a inidoneidade da referida empresa de construções e serviços de engenharia para participar de licitação e contratar com a Prefeitura Municipal de Matupá- MT, além estabelecer a aplicação de multa de 17,13 % sobre o valor do contrato pela inexecução parcial da obra.

O Poder Executivo Matupaense está tomando todas as medidas e fazendo as tratativas para o chamamento da empresa 2ª colocada no certame licitatório para que ocorra dentro do prazo legal a retomada e conclusão das obras de infraestrutura urbana. Caso não haja interesse, de imediato será publicado novo edital de concorrência e licitação.

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MINERAÇÃO

Coogavepe realiza assembleia geral

Todos os assuntos contidos na pauta estrategica evolutiva da Mineração Sustentável foram aprovados pelos cooperados

Coogavepe realiza assembleia geral
Foto: Assembleia Geral

O presidente da Coogavepe, Gilson Camboim, avaliou de forma extremamente positiva a Assembleia Geral realizada no auditório da Igreja Católica de Peixoto de Azevedo, que reuniu cooperados, lideranças do setor mineral, gestores e representantes ligados à atividade garimpeira para debater pautas fundamentais ao fortalecimento da mineração legal e sustentável na região.

Foram discutidos temas de grande relevância como a Rastreabilidade do Ouro, o Projeto Mercúrio Zero, a Aposentadoria do Trabalhador Garimpeiro, a Comercialização Legal do minério, a visita do Ministério de Minas e Energia, a relação institucional entre a cooperativa e os órgãos governamentais, a Resolução ANM nº 208, além do Programa Saúde do Garimpeiro, entre outros assuntos estratégicos que foram aprovados por unanimidade pelos cooperados presentes.

Gilson Camboim destacou que a ampla participação dos cooperados demonstra o compromisso da classe garimpeira com a organização, a legalidade e o futuro da atividade mineral. Segundo ele, o envolvimento coletivo fortalece a credibilidade institucional da cooperativa e amplia o diálogo com os órgãos de fiscalização e com os governos estadual, federal e municipal.

O presidente ressaltou ainda que a Coogavepe, reconhecida como a maior cooperativa do ramo mineral do Brasil, tem papel fundamental na defesa dos direitos dos trabalhadores garimpeiros, na promoção da responsabilidade ambiental e no desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua.

A pauta da sustentabilidade também teve grande destaque, especialmente com ações voltadas à redução do uso de mercúrio e à implantação de mecanismos de rastreabilidade, reforçando o compromisso com práticas ambientalmente responsáveis e com a valorização da mineração legal.

Para Gilson Camboim, a assembleia demonstra nitidamente que o cooperativismo mineral é o caminho para garantir segurança jurídica, fortalecimento econômico, inclusão social e maior representatividade para toda a classe garimpeira, consolidando a Coogavepe como referência nacional no setor.

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