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Matupá

Empreiteira recebe ordem de paralização das obras de Iluminação de LED em Matupá

Várias vias que seriam contempladas com os braços ornamentais e lampadas de LED serão prejudicadas com a repentina paralização das obras.

Empreiteira recebe ordem de paralização das obras de Iluminação de LED em Matupá
Foto: Implantação de Iluminação de LED em Matupá

A nossa reportagem recebeu uma denúncia sobre a paralização das obras de implantação de iluminação ornamental nas vias de acesso ao Complexo Turístico dos Lagos de Matupá.

Em conversação com o Técnico Responsável da Empresa Tartari Engenharia e tecnologia, Ricardo Augusto, a cerca de uma semana o setor de engenharia da prefeitura contatou os diretores para anunciar a ordem de paralização e uma possível rescisão contratual a pedido do Prefeito Fernando Zafonato.

A obra havia sido licitada e estava em fase de execução, como aconteceu parcialmente nas Avenidas Interlagos, Irmã Adelis, Interpeninsular e Sebastião Alves Júnior.

Acontece que na manhã desta terça-feira (26) a empreiteira fez o recolhimento dos veículos e maquinários, lacrou o contêiner de fios, lâmpadas e conduites, bem como dos braços fabricados exclusivamente para atender as especificações do contrato de iluminação turística, e liberou a equipe de operários, ou seja, estão deixando a cidade de Matupá.

Com isso, o projeto iniciado na gestão anterior ficará inacabado, uma vez que vários trechos das vias estão com apenas 20% de obra executada, a exemplo do percurso torre de telefonia até a Borracharia Matupá (Avenidas Irmã Adelis/Interpeninsular), seguimento Cachaçaria do Cheff até a antiga Nogueira Funilaria e Pinturas (Avenida Interlagos/Lago do Dendê), lateral direita do Sicredi até Boa Vista Máquinas (Avenida Irmã Adelis/Lago do Dendê), e outros pontos que continuam com a antiga e defasada estrutura de iluminação.

Os proprietários de residências, comércios e empresas que até então estavam comemorando a renovação da iluminação dessas vias, através da substituição de lâmpadas incandescentes por de LED, questionam os vereadores e a própria prefeitura em relação aos motivos e justificativas do abandono das obras, que inclusive estão melhorando a visibilidade no período noturno, assegurando mais economia aos cofres públicos, promovendo segurança aos transeuntes e embelezando urbanisticamente a cidade.

Segundo o Técnico da Tartari Tecnologia, Ricardo Augusto, a empresa está de viagem/mudança para o município de Alta Floresta, onde estará a frente de outras obras nos setores público e privado, e que foram pegos de surpresa com o pedido de paralização por parte da Prefeitura de Matupá, uma vez que todo material e a logística de execução estavam acontecendo dentro dos padrões exigidos.

Fica o espaço aberto aos vereadores da Câmara Municipal e ao Poder Executivo para que venham informar a municipalidade sobre a tomada de decisão que acaba de deixar uma obra inacabada, mesmo que licitada e com dinheiro em conta, já que o projeto demanda recursos federais e municipais.   

"Nossa, estava ficando lindo demais, além de muito melhor iluminado. Até nós que moramos nas imediações nos sentimos mais seguros com a claridade. Os vereadores de Matupá e a própria Prefeitura tem por obrigação de nos manter informados, afinal é dinheiro público. O medo é que essa obra fique pela metade, prejudicando todos que passam por essas avenidas", disse a moradora Maria de Lurdes Carvalho. 

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MINERAÇÃO

Coogavepe realiza assembleia geral

Todos os assuntos contidos na pauta estrategica evolutiva da Mineração Sustentável foram aprovados pelos cooperados

Coogavepe realiza assembleia geral
Foto: Assembleia Geral

O presidente da Coogavepe, Gilson Camboim, avaliou de forma extremamente positiva a Assembleia Geral realizada no auditório da Igreja Católica de Peixoto de Azevedo, que reuniu cooperados, lideranças do setor mineral, gestores e representantes ligados à atividade garimpeira para debater pautas fundamentais ao fortalecimento da mineração legal e sustentável na região.

Foram discutidos temas de grande relevância como a Rastreabilidade do Ouro, o Projeto Mercúrio Zero, a Aposentadoria do Trabalhador Garimpeiro, a Comercialização Legal do minério, a visita do Ministério de Minas e Energia, a relação institucional entre a cooperativa e os órgãos governamentais, a Resolução ANM nº 208, além do Programa Saúde do Garimpeiro, entre outros assuntos estratégicos que foram aprovados por unanimidade pelos cooperados presentes.

Gilson Camboim destacou que a ampla participação dos cooperados demonstra o compromisso da classe garimpeira com a organização, a legalidade e o futuro da atividade mineral. Segundo ele, o envolvimento coletivo fortalece a credibilidade institucional da cooperativa e amplia o diálogo com os órgãos de fiscalização e com os governos estadual, federal e municipal.

O presidente ressaltou ainda que a Coogavepe, reconhecida como a maior cooperativa do ramo mineral do Brasil, tem papel fundamental na defesa dos direitos dos trabalhadores garimpeiros, na promoção da responsabilidade ambiental e no desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua.

A pauta da sustentabilidade também teve grande destaque, especialmente com ações voltadas à redução do uso de mercúrio e à implantação de mecanismos de rastreabilidade, reforçando o compromisso com práticas ambientalmente responsáveis e com a valorização da mineração legal.

Para Gilson Camboim, a assembleia demonstra nitidamente que o cooperativismo mineral é o caminho para garantir segurança jurídica, fortalecimento econômico, inclusão social e maior representatividade para toda a classe garimpeira, consolidando a Coogavepe como referência nacional no setor.

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